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><channel><title>Lista Médicos &#187; Admin | Ronaldo Azem | Dr Ronaldo Azem | Http://www.google.com.br/</title> <atom:link href="http://listamedicos.com/author/admin/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://listamedicos.com</link> <description>Guia Médico &#124; Busca Médicos, Consultórios &#38; Especialistas</description> <lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 16:07:09 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Agulhas contra a balança</title><link>http://listamedicos.com/agulhas-contra-a-balanca/</link> <comments>http://listamedicos.com/agulhas-contra-a-balanca/#comments</comments> <pubDate>Sat, 13 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/agulhas-contra-a-balanca/</guid> <description><![CDATA[Há muito tempo os ocidentais reconhecem a acupuntura como técnica eficiente para aplacar dores na coluna e até para largar o cigarro. Mas a última descoberta é que as agulhas da milenar técnica chinesa são um método eficaz para combater aqueles quilinhos a mais que teimam em resistir às dietas. Acupuntura, como os orientais estão [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo os ocidentais reconhecem a acupuntura como técnica eficiente para aplacar dores na coluna e até para largar o cigarro. Mas a última descoberta é que as agulhas da milenar técnica chinesa são um método eficaz para combater aqueles quilinhos a mais que teimam em resistir às dietas. Acupuntura, como os orientais estão cansados de saber, emagrece.</p><p>Todo este conhecimento está no livro do Imperador Amarelo, um dos mais antigos tratados da medicina oriental, escrito há mais de dois mil e quinhentos anos e até hoje fonte didática nas universidades daquele outro lado do mundo. Na visão global da medicina chinesa, obesidade é estagnação de energia, disfunção com origem no baço-pâncreas e estômago. “A medicina tradicional chinesa é prática na questão. Vê a obesidade como doença e a trata como tal. Exatamente como se faz hoje”, diz o médico e coordenador do Programa de Terapias Não Convencionais da Secretaria de Saúde do Estado Ronaldo Azem. Manter o corpo magro é questão de equilíbrio Para os orientais, o baço-pâncreas é o centro do equilíbrio orgânico. É dali que se promove o transporte e a transformação das substâncias dos alimentos ingeridos. As lesões neste ponto têm duas origens: genética ou conseqüência de maus hábitos alimentares.</p><p>Uma anamnese detalhada e um estudo da língua do paciente — ela é fonte de diagnóstico na medicina tradicional chinesa — dão outros indícios. “Insônia no final da noite, por exemplo, é um distúrbio ligado ao baço; enquanto a ansiedade está associada ao coração; a melancolia aos pulmões; e a irritabilidade e a depressão ao fígado”, diz o Dr. Ronaldo. A cada um destes órgãos também se associa um dos cinco sabores, amargo, doce, salgado, ácido e picante. Logo, o ideal para quem quer manter-se longe do peso extra é equilibrar todos estes sabores”, explica. O que significa saber que o doce a que se referem os orientais é o chamado doce sutil, presente na abóbora, no arroz. E bem diferente do doce tóxico, do açúcar e do chocolate. Para nós, ocidentais, com dificuldade em identificar tais sutilezas, o Dr. Ronaldo orienta de uma forma mais simples: durante o dia, vale comer o que nasce do solo para cima: legumes, frutas, verduras e carnes. À noite, do solo para baixo. Ou seja, raízes e peixes. “É um erro achar-se que é deixando de comer que se vai emagrecer. Comer certo faz gastar mais energia. É desta forma que o organismo metaboliza melhor o que foi ingerido. Quando se come mal, ao contrário, o organismo não digere, e retém impurezas, toxinas e, naturalmente, gorduras”, esclarece. Os gordos, portanto, suam pouco e têm tendência a excretar menos do que deveriam. Em outras palavras, ficam estagnados.</p><p>Também é preciso saber se o paciente tem características yin ou yang e ver o que está em desequilíbrio. Os yin, que são tranqüilos e pálidos, às vezes, mostram-se apáticos, desanimados, dormindo demais. Casos em que é necessário ativar sua energia yang, comendo alimentos e ervas deste gênero, como pimenta, gengibre, canela. Os yang, ao contrário, quando estão agitados demais, com insônia, precisam de alimentos mais refrescantes, como o hortelã. Acupuntura, dieta e exercício, um trinômio perfeito Outro agravante de tudo isso é o stress, mal que se torna endêmico na vida moderna. “Ele lesa o baço energética e fisicamente”, diz o Dr. Ronaldo. E muitas vezes prejudica outros órgãos, como o fígado, abrindo caminho para a depressão; ou os rins, levando ao medo e, em alguns casos, até a síndrome do pânico. “Como o oriental não separa o emocional e o físico, o tratamento é global”, enfatiza o Dr. Azem. Na prática, isto significa que não basta ativar os pontos em que se detectou disfunção. Também é preciso adotar uma alimentação adequada, e atividade física. Sim, os orientais já sabiam disso há muito tempo. E por uma razão simples: caminhar, dizem os chineses há mais de dois mil anos, faz circular o sangue e a energia. &#8220;E tal como a acupuntura, libera endorfinas, o hormônio do cérebro com efeitos analgésicos e euforizantes&#8221;, completa o médico.</p><p>Mas então quais as diferenças de um tratamento com acupuntura e um tratamento convencional para emagrecer? A resposta é que com a acupuntura se consegue não só normalizar o fluxo energético, como tratar a compulsão alimentar e inibir o desejo por doces. “O ponto da fome, o ponto 2 da vesícula biliar, localizado na articulação temporo-mandibular, faz diminuir a compulsão”, diz o médico. Também funciona acionar certos pontos na orelha. “Com a imagem de um feto invertido, ela é uma representação de todo o organismo. O estímulo ali reforça o tratamento sistêmico”, afirma o Dr. Azem. Em alguns pacientes, ele deixa ali uma pequena semente de mostarda. O objetivo é perpetuar o estímulo sobre o ponto do baço-pâncreas e estômago. Outra dica, uma das muitas que fazem parte do curso de dietética energética que o médico dará em agosto, no restaurante Taiping, é direcionada aos chocólatras e loucos por doces. “Alimentos como abóbora, abobrinha, aspargo, berinjela e chuchu também ajudam a refrear o desejo pelos açúcares.” Por um corpo magro, afinal, vale a pena.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/agulhas-contra-a-balanca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Acne &#8211; Dicas Para Tratar Espinhas</title><link>http://listamedicos.com/acne-dicas-para-tratar-espinhas/</link> <comments>http://listamedicos.com/acne-dicas-para-tratar-espinhas/#comments</comments> <pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:41:39 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/?p=590</guid> <description><![CDATA[Algumas dicas para para aqueles que sofrem com acne facial são relacionadas a certos mitos ou preocupações e em geral o caso mais comum é o da acne facial adolescente, com as alterações hormonais e o o crescimento do corpo a oleosidade da pele aumenta bastante.
Em certos casos, é necessário um tratamento para a acne [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Algumas dicas para para aqueles que sofrem com acne facial são relacionadas a certos mitos ou preocupações e em geral o caso mais comum é o da acne facial adolescente, com as alterações hormonais e o o crescimento do corpo a oleosidade da pele aumenta bastante.</p><p>Em certos casos, é necessário um tratamento para a acne facial, porém em outros casos o problema se resolve sozinho com o passar do tempo, desaparecendo sem deixar cicatrizes ou marcas.</p><p>Em primeiro lugar, é importante que a boa limpeza da pele é essencial para evitar o aparecimento de <a
href="http://www.cabeloebeleza.info/como-acabar-com-espinhas-acne-tirar-espinhas/">espinhas</a>. Portanto, para evitar o acúmulo de oleosidade na pele que causa as espinhas, é importante lavar o rosto duas vezes ao dia com sabonete e água morna. Ao secar, esfregue gentilmente a toalha, pois muito atrito pode irritar a pele e os poros causando, assim, mais oleosidade.</p><p>Evite também consumir alimentos que contém alto teor de gordura.</p><h2 id="sal">Sal</h2><p>O sal também pode causar acne e, portanto, evite-o também. Lembre-se de que o sal está presente em quantidades elevadas em carnes preservadas, tais como presuntos e embutidos. Os queijos também são ricos em sal, assim como alimentos processados em geral.</p><h2 id="&#243;leo-mineral">Óleo Mineral</h2><p>Usado em muitos cosméticos por seu baixo preço, o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93leo_mineral">óleo mineral</a> tem grandes moléculas que entopem os poros, causando espinhas. Leia a lista dos ingredientes dos produtos que você utiliza diariamente e tente evitar aqueles que o utilizam.</p><h2 id="lanolina">Lanolina</h2><p>Mais um igrediente que pode causar entupimento dos poros faciais. Este ingrediente é amplamente utilizado em cosméticos.</p><h2 id="mais-algumas-dicas">Mais algumas dicas</h2><ul><li>Mude a fronha do seu travesseiro com frequência, para evitar que a oleosidade da pele acumule e contamine o seu rosto.</li><li>Sempre use uma toalha limpa para enxugar seu rosto.</li><li>Finalmente, tente não tocar o seu rosto durante o dia. Mãos acumulam muitas bactérias e microorganismos.</li></ul><p>Veja aqui mais algumas <a
href="http://www.cabeloebeleza.info/como-acabar-com-espinhas-acne-tirar-espinhas/">dicas de como acabar com espinhas</a> .</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/acne-dicas-para-tratar-espinhas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Filhos: será melhor não tê-los?</title><link>http://listamedicos.com/filhos-sera-melhor-nao-te-los/</link> <comments>http://listamedicos.com/filhos-sera-melhor-nao-te-los/#comments</comments> <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/filhos-sera-melhor-nao-te-los/</guid> <description><![CDATA[Um bebê chega e é motivo de felicidade, amor e união entre o casal. Infelizmente, nem sempre esta situação condiz com a realidade. A notícia do nascimento de uma criança pode fortalecer uma relação, mas também pode aflorar conflitos e servir como pretexto para a separação. Principalmente para os que não aprenderam a dividir o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Um bebê chega e é motivo de felicidade, amor e união entre o casal. Infelizmente, nem sempre esta situação condiz com a realidade. A notícia do nascimento de uma criança pode fortalecer uma relação, mas também pode aflorar conflitos e servir como pretexto para a separação. Principalmente para os que não aprenderam a dividir o espaço e a atenção.</p><p>Assim, as histórias de que filho sustenta uma relação ou ainda de que uma gravidez tem o poder de resgatar um casamento já desgastado não passam de balela. Até porque, nos dois casos, a criança acaba sendo um mero joguete nas mãos dos pais. Os homens levam mais tempo que as mulheres para assumir a nova condição Assim, não pense que basta chegar com o resultado do exame de gravidez positivo para o casal incorporar a idéia da paternidade e maternidade. É bom saber que nem tudo são flores nesse caminho. Enquanto as mulheres são acostumadas desde a infância a cuidar das bonecas e da casinha e, desta forma, culturalmente, incorporam a idéia de ser mãe ao cotidiano, os homens não. Para eles, esse é um processo mais longo. Historicamente, o sexo masculino foi criado para a caça e para prover o sustento do rebento, não para cuidar dele diretamente. Por isso, o homem custa mais a digerir a idéia de ser pai.</p><p>O processo da paternidade se dá por etapas de aceitação e adaptação. Afinal, por mais participativo que seja, há situações, como a amamentação, em que ele só pode ser um mero coadjuvante, mesmo. Cultura faz a mulher demarcar o território O grande problema é que algumas mulheres se aproveitam desta questão cultural. E acabam puxando para elas todas as responsabilidades referentes diretamente ao filho, deixando o homem de lado. E a justificativa é sempre a mesma, de que a mulher é educada para cuidar de uma criança e sabe bem desempenhar o papel materno, ao contrário do homem em relação ao paterno. Uma situação que pode provocar no homem ciúmes não só da mulher, mas também da criança. Antes, ele contava com a atenção total da companheira, espaço perdido com a chegada do pequeno.</p><p>E nem sempre eles aceitam bem essa perda de espaço. Por isso, o ideal, até pela dificuldade de o homem assumir o papel de pai, é compartilhar as funções, possibilitando a ele espaço também para participar. Deixar que o pai dê banho, troque a fralda, dê mamadeira ou a comidinha, até mesmo levar a criança ao pediatra já adianta e muito. E sem críticas. Sinal dos tempos, hoje em dia os novos pais têm se mostrado diferentes e mais participativos. “Hoje a gente vê muitos homens cuidando da criança com todo amor e desvelo. Demonstrando o maior jeito com os filhos”, diz a psicóloga Vera Lúcia Vaccari. Homem e mulher não podem se esquecer de suas posições ao assumirem a paternidade Vera diz que o casal tem de pensar na criança como uma nova pessoa, carente de educação, formação, carinho, amor. Um ser que esse casal tem de educar da melhor forma possível. “Isso exige muito amadurecimento de ambos”, diz. O que implica em abrir mão de algumas individualidades ou de coisas que são importantes para o casal em prol do bebê.</p><p>É importante ainda saber que existe uma hora para cuidar do pequeno, mas também de olhar com carinho para a relação. Eles não podem se esquecer nunca que, antes de serem pais, são homem e mulher e, como tal, têm suas necessidades. “Não é porque viraram pais que deixaram de ser pessoas com desejos, fantasias e projetos”. Filho não deveria unir e nem separar um casal Para Joaquim Zailton Bueno Motta, sexólogo e professor do departamento de Psiquiatria da PUC de Campinas, o casal maduro emocionalmente não mistura os papéis. Ou seja, ambos sabem ser pais e também homens e mulheres. E entendem que não podem usar os filhos para atender às suas conveniências. Mas, claro, isso não é uma regra geral. Na prática, o que mais se vê, segundo Motta, são casais que apelam para os filhos quando convém e ainda para os fatos que os envolvem. Motta dá como exemplo quando um dos dois &#8211; o homem ou a mulher &#8211; não quer manter relações sexuais. “Aí é porque o filho está com tosse e assim por diante. Se quer permanecer no casamento é só porque não pode abandonar o pequeno”, diz.</p><p>A psicóloga Vera acredita que nesses casos, a relação já está bem desgastada ou mesmo acabou, mas não há a motivação suficiente para que nenhum dos dois assuma o fim. E, quando assumem e resolvem se separar, alguns casais têm novos problemas em relação aos filhos. São pessoas que não sabem separar os papéis, ou seja, eles podem se separar como casal e continuar como família, de modo que a criança tenha contato com ambos. E que os próprios pais, segundo Motta, se reúnam para conversar sobre os filhos semanalmente. Uma questão, com certeza, para casais bem resolvidos emocionalmente.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/filhos-sera-melhor-nao-te-los/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cresce consumo de haxixe</title><link>http://listamedicos.com/cresce-consumo-de-haxixe/</link> <comments>http://listamedicos.com/cresce-consumo-de-haxixe/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/cresce-consumo-de-haxixe/</guid> <description><![CDATA[O consumo de haxixe, sobretudo entre adolescentes, aumentou no Rio de Janeiro (Brasil), segundo dados divulgados recentemente pela Polícia Militar. O dado se baseia nas apreensões da droga, realizadas principalmente nas favelas: em 1999 foram recolhidas 5.959 bolinhas de haxixe, contra nenhuma em 1998. Em 1997 haviam sido apreendidas 2.116 bolinhas.
Extraído da Cannabis sativa, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de haxixe, sobretudo entre adolescentes, aumentou no Rio de Janeiro (Brasil), segundo dados divulgados recentemente pela Polícia Militar. O dado se baseia nas apreensões da droga, realizadas principalmente nas favelas: em 1999 foram recolhidas 5.959 bolinhas de haxixe, contra nenhuma em 1998. Em 1997 haviam sido apreendidas 2.116 bolinhas.</p><p>Extraído da Cannabis sativa, a mesma planta da maconha, o haxixe tem o THC substância ativa da cannabis) muito mais forte, por ser feito com o sumo da planta. Isso torna seu efeito muito mais intenso. Segundo a psicanalista Ruth Goldemberg, diretora do Instituto de Psicologia e Psicanálise da Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, essa diferença atrai o adolescente, que está sempre buscando sensações mais fortes. Para Zélia Freire, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é provável que os traficantes já estejam misturando o haxixe à maconha há muito tempo. Dois tipos de comportamento O conselho de Ruth Goldemberg para os pais que percebem que a droga entrou na vida do filho é manter a calma e observar seu temperamento.</p><p> Os mais angustiados e nervosos, com algum tipo de dificuldade emocional já expressa, podem ir cada vez mais fundo e precisarão de ajuda para sair do problema. Os mais tranqüilos e sem comprometimentos emocionais podem experimentar movidos pela curiosidade e depois deixar a droga por conta própria, sem seqüelas. Como perceber que virou vício O ideal é procurar conversar muito com o adolescente, em qualquer situação. Sobretudo quando se desconfia que ele está usando drogas, lembra a psicanalista. &#8220;No início é difícil para os pais perceberem se pode se tornar um vício, mas se o adolescente mudar suas atitudes dentro de casa é preciso procurar um tratamento.&#8221; O comportamento de um viciado normalmente é passivo, sem interesse algum pelos apelos intelectuais, hipersensível a qualquer frustração e muito fechado.</p><p>Os pais podem achar que é mau gênio, mas aqui vai uma recomedação importante: nunca fechem os olhos ou subestimem uma desconfiança dessa natureza. Tratamento O tratamento para um viciado não pode ser feito apenas com psicoterapia. Há instituições especializadas, com atendimento individual e em grupo, que podem conseguir um bom resultado. Sobretudo com o tratamento em grupo, já que, quando a droga é retirada, o adolescente fica muito mal e precisa estar perto de outros que sentem o mesmo. Mas o fato de ele não usar mais a droga, infelizmente, não garante que não vá haver recaída. Portanto, o viciado tem que continuar o tratamento, mesmo que seja mais espaçado, talvez pela vida toda.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/cresce-consumo-de-haxixe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A arte de ouvir um não</title><link>http://listamedicos.com/a-arte-de-ouvir-um-nao/</link> <comments>http://listamedicos.com/a-arte-de-ouvir-um-nao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/a-arte-de-ouvir-um-nao/</guid> <description><![CDATA[Ninguém gosta de receber uma resposta negativa. E quando ela envolve um convite ao sexo, no caso de relacionamentos estáveis, é ainda pior. Imediatamente surgem questionamentos quanto ao sentimento e à fidelidade do parceiro. E o passo seguinte é, sem dúvida, a queda brusca da auto-estima. Mas a situação pode não ser tão grave assim [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém gosta de receber uma resposta negativa. E quando ela envolve um convite ao sexo, no caso de relacionamentos estáveis, é ainda pior. Imediatamente surgem questionamentos quanto ao sentimento e à fidelidade do parceiro. E o passo seguinte é, sem dúvida, a queda brusca da auto-estima. Mas a situação pode não ser tão grave assim se os fantasmas que se julga existir não passam de fantasias&#8230; Convite ao passado Antes de mais nada, dizer “não estou com vontade” não é tão fácil assim.</p><p> Voltemos ao passado para lembrar o peso da repressão sexual em nossa estrutura sócio-histórica, principalmente em relação às mulheres para quem, durante séculos, as vivências sexuais estiveram vinculadas exclusivamente à reprodução. Ou seja, suas realizações se limitavam à família e à maternidade. Partindo daí, a sexóloga do PlanetaVida, Dra. Sandra Baptista, diz que “se levarmos em conta a força da estrutura sócio-histórica sobre a mente humana, vemos porque é tão difícil alterar códigos de valores, crenças e atitudes profundamente arraigadas. Daí também porque se torna difícil para as pessoas, em especial para as mulheres, expressarem claramente o que desejam, o que não desejam, e quando”. Mulheres&#8230; Vá entendê-las&#8230;</p><p>O diretor do Instituto de Sexologia do Rio de Janeiro, Dr. Arnaldo Risman, concorda que há uma diferença sócio-cultural entre homens e mulheres: “Ela é ensinada a nunca dizer não para o marido. Daí porque precisa inventar desculpas”, comenta. Os argumentos, ou linguagens cifradas, como preferem os especialistas, variam do tipo: * “Hoje estou com dor de cabeça” (essa é clássica!); * “Minha menstruação ainda não terminou” (mesmo que já tenha acabado, ela ainda usa o absorvente&#8230;); * “O ginecologista disse que estou com um corrimento e não posso fazer sexo”, etc. Há ainda o “não” com jeitinho de “sim”&#8230; Muitas mulheres ainda são educadas sob o princípio de que devem ser difíceis para não se tornarem vulgares. “Daí a necessidade de, muitas vezes, cumprirem esse papel social e acabarem agindo exatamente como a sociedade espera”, explica Sandra.</p><p>Outra faceta desse “não” distorcido é quando a mulher está insatisfeita com a abordagem do parceiro ao propor o sexo. Não é difícil escutar reclamações femininas do jeito direto e pouco romântico de seus companheiros. E como não têm coragem de expor a verdade, acabam recorrendo às velhas desculpas&#8230; É mais fácil ser homem&#8230; Será? Já o homem é criado para nunca negar fogo. O motivo? “Admitir que não está com vontade de ter relações sexuais poderá depor contra ele”, diz Sandra. Pelo menos é assim que muitos pensam. E aí surgem as justificativas capazes de aboná-lo, como: “Nunca trabalhei tanto como hoje, estou exausto&#8230;” Quando está do lado oposto, no entanto, a coisa fica ainda mais séria. Risman diz que o homem nunca acha que está com problemas: “Ele raramente pensa que tem defeitos. Imagina que a mulher tem outro ou que está com algum problema ginecológico, mas nunca que a culpa é sua”. Isso explica os comentários agressivos que muitos dirigem à parceira no caso de uma recusa: “No mínimo, ele a chama de feia”, exemplifica o especialista. Ao contrário do universo masculino, a mulher tende a se sentir a última das criaturas quando o homem resiste aos seus encantos de sedução. Tem certeza de que não é mais desejada, sente-se feia e sem qualquer atrativo. “O fato é que um não na cama para ambos, homens e mulheres, é uma completa rejeição”, diz Risman. Como sobreviver a uma rejeição?</p><p>Em primeiro lugar, é preciso descobrir a causa da recusa. Se ela acontece uma vez ou outra, pode ser muito normal e significar apenas “hoje não estou com vontade”. Se houver uma outra razão, que se tente descobrir a verdade. A parceira pode estar emitindo um alerta, por exemplo, para que o outro modifique suas táticas de abordagem. Sandra Baptista dá a dica: “Se for este mesmo o caso, não se deve esquecer que a sedução nunca pode deixar de existir em um relacionamento, e que nenhuma mulher resiste a um homem carinhoso, romântico. O ideal é tentar demonstrar, quer por palavras ou gestos, que não deseja usá-la mas, sim, compartilhar momentos prazerosos”. O que não vale é tentar interpretar uma reação, fazer suposições. Uma conversa franca, sem preconceitos ou tabus, é o melhor remédio para problemas dessa natureza. Principalmente quando o “não” se torna freqüente: “Pergunte o que está acontecendo, peça sugestões, questione como gostaria que fosse, o que realmente deseja&#8230; Nada melhor para aparar as arestas de uma relação sexual conturbada do que um diálogo objetivo, sincero e tranqüilo”, aconselha a sexóloga. E para quem deseja algo mais, ou seja, uma pista que sugira nem tentar naquele dia, Arnaldo Risman revela alguns sinais: “O sexo começa no café da manhã e termina à noite. Ou seja, o diálogo e o olhar são extremamente reveladores. Assim como ficar no computador até altas horas da madrugada ou dormir muito mais cedo do que de costume.” Portanto, se um dia isso vir a acontecer com você, de nada adiantará ficar cabisbaixo, imaginando o naufrágio da relação. Lembre-se de quanto o ama e invista na reconquista. E, se o problema for única e exclusivamente cansaço ou falta de vontade momentânea, resta dormir bem abraçadinho e esperar que o amanhã chegue logo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/a-arte-de-ouvir-um-nao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Subir escadas reduz risco de câncer</title><link>http://listamedicos.com/subir-escadas-reduz-risco-de-cancer/</link> <comments>http://listamedicos.com/subir-escadas-reduz-risco-de-cancer/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/subir-escadas-reduz-risco-de-cancer/</guid> <description><![CDATA[Quem troca o elevador pela escada – desde que não seja a rolante – ganha um crédito para a saúde. Um estudo desenvolvido pela médica I-Min Lee, pesquisadora do departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que subir escadas e caminhar reduz pela metade (50%) o risco de morte por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem troca o elevador pela escada – desde que não seja a rolante – ganha um crédito para a saúde. Um estudo desenvolvido pela médica I-Min Lee, pesquisadora do departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que subir escadas e caminhar reduz pela metade (50%) o risco de morte por câncer de pulmão. A pesquisa acompanhou 13.485 homens, com idade média de 57 anos, ao longo de 25 anos e enfocou unicamente essas duas formas de exercício. Os indivíduos que percorriam maiores distâncias em caminhadas (mais de 20 quilômetros por semana) apresentaram um risco de mortalidade 80% menor do que aqueles que caminharam menos de cinco quilômetros por semana. E aqueles que tinham o hábito de subir cerca de três lances de escada (35 degraus) semanalmente tiveram o risco de desenvolver câncer de pulmão reduzidos em 40%.</p><p>A pesquisa avaliou ainda o índice de massa corporal dos voluntários e se eles fumavam (não houve controle dos hábitos alimentares). Melhoria do sistema imunológico Sabe-se que a prática de atividades físicas moderadas (30 minutos por dia) incrementa o sistema imunológico porque estimula a produção de substâncias antioxidantes, as chamadas natural killer, que matam os agentes agressores do organismo. O processo também aumenta as células de defesa. A novidade do estudo é a associação direta da atividade física com o câncer de pulmão. Quem subiu mais escadas e caminhou longas distâncias apresentou menos chances de desenvolver a doença, risco que diminuiu até mesmo entre os fumantes.</p><p>A explicação é que os exercícios tornam o sistema respiratório mais eficiente. “Há um aumento da ventilação pulmonar e também da quantidade de sangue circulante – o coração é forçado a bombear mais. Isso protege as vias respiratórias do acúmulo de agentes carcinogênicos, como os poluentes, evitando o desenvolvimento do câncer na região”, explica a médica Sandra Maksudo, especializada em Medicina Esportiva e diretora do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafisc).</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/subir-escadas-reduz-risco-de-cancer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>De olho nos quadris do bebê</title><link>http://listamedicos.com/de-olho-nos-quadris-do-bebe/</link> <comments>http://listamedicos.com/de-olho-nos-quadris-do-bebe/#comments</comments> <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/de-olho-nos-quadris-do-bebe/</guid> <description><![CDATA[Logo após o nascimento do bebê, ainda na sala de parto, os olhos atentos do papai e da mamãe não desgrudam do novo membro da família. Nesse momento, ele enfrenta seu primeiro desafio: o exame realizado pelo pediatra que assistiu o parto. Além das funções vitais e da eventual existência de um defeito físico, o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Logo após o nascimento do bebê, ainda na sala de parto, os olhos atentos do papai e da mamãe não desgrudam do novo membro da família. Nesse momento, ele enfrenta seu primeiro desafio: o exame realizado pelo pediatra que assistiu o parto. Além das funções vitais e da eventual existência de um defeito físico, o especialista irá verificar se a cabeça do fêmur tem um encaixe perfeito sobre os ossos da bacia. E certificar-se de que não haja qualquer suspeita de luxação congênita nos quadris, doença diagnosticada em um a cada mil nascimentos no Brasil.</p><p>Se não for tratada, ela pode levar a criança a desenvolver uma perna maior do que a outra e a andar de maneira gingada, mancando. Na fase adulta, entre 20 e 30 anos, ela poderá sofrer dores locais e apresentar desgaste da cabeça do fêmur e do osso do quadril no local da articulação. Por isso, o neonatologista catarinense Ronaldo Della Giustina lembra que a preocupação do pediatra deve se estender da maternidade até os primeiros exames no consultório. Os movimentos realizados nas perninhas do bebê – manobras de Barlow e de Ortolani – podem indicar se os quadris estão&#8230; &#8230;normais. &#8230;fora do lugar (luxação). &#8230;no lugar, mas saem durante os movimentos (subluxação). No caso de problema, o profissional costuma sentir um clique, sinal de que a criança deve ser encaminhada a um ortopedista pediátrico.</p><h3>O que está ao alcance da ortopedia</h3><p>Sob os cuidados de um profissional especializado, o bebê é submetido a um ultra-som (o raio-X não detecta o defeito, já que os tecidos são ainda muito cartilaginosos) para confirmar as suspeitas do pediatra. O Dr. Adelcio César Bueno, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica, explica que, no caso de uma luxação, o bebê deverá usar um aparelho chamado Pavlik, feito de alumínio e couro. Ele mantém os quadris em uma posição reduzida, ou seja, as perninhas ficam abertas, como as de uma rã. O período de uso varia conforme a avaliação do médico e a gravidade do caso, e pode durar de três a sete meses.</p><p>Há bebês, considerados em perfeitas condições de saúde durante os primeiros exames, que chegam ao consultório do médico depois de um ou dois anos com a luxação. “Se a doença for diagnosticada mais tarde, quando a criança já estiver aprendendo a andar, o tratamento será diferente: é utilizado gesso ou realizada uma cirurgia”, explica o Dr. Bueno. “É importante lembrar que, por melhor que seja o resultado da cirurgia, a vida adulta deste paciente não será normal. As dores locais são inevitáveis”, alerta o Dr. Pedro Henrique Mendes, que também é ortopedista pediátrico. Segundo afirma, quanto mais cedo for diagnosticada a luxação, de preferência nos dois primeiros meses de vida, maiores são as chances de reverter o problema.</p><p>Em determinadas situações, o quadril subluxado poderá até melhorar com o tempo, sem nenhum tratamento. “O ortopedista deverá ter sensibilidade para saber se começa logo o tratamento ou se espera. Nesse caso, ele deverá acompanhar o paciente muito de perto e, se ele não melhorar em uma semana, mais ou menos, deverá agir.” Como os pais podem desconfiar? O Dr. Pedro Henrique orienta os pais a ficarem atentos durante a troca de fraldas dos bebês. A dificuldade em abrir suas perninhas pode ser um indício da doença. Durante os primeiros passinhos, ela também poderá ser notada se o pequeno começar a mancar ou apresentar uma perninha maior do que a outra. As chances de o problema aparecer são maiores no bebê da primeira gravidez, principalmente nas menininhas e naqueles que nasceram de parto pélvico (quando o feto fica sentado no útero). A predisposição genética também conta.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/de-olho-nos-quadris-do-bebe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A cirurgia é o tratamento clássico</title><link>http://listamedicos.com/a-cirurgia-e-o-tratamento-classico/</link> <comments>http://listamedicos.com/a-cirurgia-e-o-tratamento-classico/#comments</comments> <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/a-cirurgia-e-o-tratamento-classico/</guid> <description><![CDATA[A retirada do segmento ou quadrante da mama envolvido juntamente com os linfonodos regionais (gânglios linfáticos da axila próxima à mama afetada) continua sendo o tratamento clássico para o câncer de mama. Em casos de tumores muito grandes ou quando a ressecção parcial não produz efeito estético adequado, é retirada toda a mama e feito [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A retirada do segmento ou quadrante da mama envolvido juntamente com os linfonodos regionais (gânglios linfáticos da axila próxima à mama afetada) continua sendo o tratamento clássico para o câncer de mama. Em casos de tumores muito grandes ou quando a ressecção parcial não produz efeito estético adequado, é retirada toda a mama e feito o esvaziamento cirúrgico da axila do mesmo lado.</p><p>Em tumores precoces, uma cirurgia conservadora (sem mutilação), associada à radioterapia traz a mesma sobrevida que a mastectomia total (retirada de toda a mama). A reconstrução da mama garante a auto-estima As mulheres que se mantêm emocionalmente equilibradas após a retirada total ou parcial da mama têm mais chances de cura em comparação àquelas que se entregam à depressão.</p><p>Por isso, tem-se dado muita importância aos resultados estéticos no tratamento do câncer de mama. Cada vez mais se desenvolvem técnicas de cirurgia plástica que permitem a reconstrução da mama meses ou anos após a mastectomia, além das técnicas de reconstrução mamária imediata. Fontes: Dr. Nelson Neder Kalil, do Serviço de Oncologia do Hospital Moinho de Vento, Porto Alegre (RS), e médico especializado em Oncologia e Medicina Interna pelo American Board of Internal Medicine (A.B.I.M.); Dr. Gustavo A. de Souza, especialista em mastologia e professor titular de Ginecologia da Unicamp.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/a-cirurgia-e-o-tratamento-classico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Drogas na mira</title><link>http://listamedicos.com/drogas-na-mira/</link> <comments>http://listamedicos.com/drogas-na-mira/#comments</comments> <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/drogas-na-mira/</guid> <description><![CDATA[RIO DE JANEIRO &#8211; O estudo dos genes e o mapeamento cerebral, feito através de scanners altamente sofisticados, podem ser as novas armas contra a dependência química. Em laboratórios americanos, cada vez mais se investe nesses estudos para entender por que alguém se torna viciado rapidamente e outros consomem drogas durante anos, mas não ficam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO &#8211; O estudo dos genes e o mapeamento cerebral, feito através de scanners altamente sofisticados, podem ser as novas armas contra a dependência química. Em laboratórios americanos, cada vez mais se investe nesses estudos para entender por que alguém se torna viciado rapidamente e outros consomem drogas durante anos, mas não ficam dependentes. Baseados nos resultados, os cientistas querem desenvolver novos tratamentos, remédios capazes de inibir os efeitos devastadores que o uso de cocaína, por exemplo, provoca no cérebro.</p><p>Um dos centros de pesquisa mais avançados no assunto é o Treatment Research Center, da Universidade da Pensilvânia. Lá, os cientistas fizeram a experiência de gravar um vídeo, no qual aparece um dependente químico consumindo crack e outras drogas. O vídeo é mostrado a pessoas consideradas viciadas. As imagens por si só são capazes de desencadear reações cerebrais incríveis: aceleração das batidas cardíacas, zumbido no ouvido e alterações bioquímicas num ponto profundo do órgão. Analisando essas reações, os pesquisadores descobriram como se comporta uma área específica do cérebro chamada amígdala.</p><p>Localizada no sistema límbico, que rege as emoções, a amígdala ajuda o ser humano a relembrar detalhes associados a experiências prazerosas. Ao assistir ao vídeo, os voluntários tinham respostas bioquímicas bem claras. Droga ativa centro de recompensa Nas pesquisas da Universidade da Pensilvânia, os cientistas estão testando um remédio experimental que, no futuro, poderá controlar a chamada fissura, desejo incontrolável de consumir a droga. Hoje, os voluntários tomam uma dose do medicamento antes de assistir ao vídeo. Resultado: as imagens vistas não geram uma vontade assim tão forte de usar a droga. Segundo a psiquiatra brasileira Magda Vaissman, coordenadora do Programa de Apoio ao Trabalhador Alcoolista da Divisão de Saúde do Trabalhador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), remédios usados no combate à dependência química devem atuar sobre o centro de recompensa, localizado no sistema límbico. “Apenas ver a imagem de alguém consumindo drogas é suficiente para ativar o centro de recompensa. A pessoa revive o prazer já experimentado com aquela cena e tem o forte desejo de sentir aquilo de novo. Um remédio que atue nessa região será capaz de inibir o desejo de consumo da droga”, diz drª Magda.</p><h3>Genes podem levar à dependência química</h3><p>Outra tendência da pesquisa atual é acreditar que os genes podem tornar uma pessoa mais suscetível à dependência química. Estudos com gêmeos já mostraram que os gêmeos idênticos têm mais chance de sofrerem do mesmo problema em relação às drogas do que os fraternais, que têm códigos genéticos diferentes. Segundo o pesquisador Ming Tsuang, professor de psiquiatra da Harvard Medical School, as pessoas herdam não apenas uma vulnerabilidade geral ao abuso de drogas, mas também uma suscetibilidade a drogas específicas. “Nosso grupo de estudo está interessado em descobrir o gene ligado ao vício em heroína. Se descobrirmos qual é esse gene e o que ele produz, poderemos evitar que as pessoas se tornem dependentes da droga”, prevê o americano.</p><p>Os cientistas também investem no estudo da ligação entre os neurotransmissores cerebrais e a dependência química. Um dos mais envolvidos no problema é a dopamina, associado ao prazer, à recompensa e à motivação. Estudos recentes mostraram que os dependentes químicos tendem a ter uma deficiência num receptor específico da dopamina, o DR2. Um mapa das drogas no cérebro A drª Magda diz que os efeitos das drogas no cérebro dependem do tipo de substância usada. De acordo com a droga, pode ocorrer um aumento do fluxo sangüíneo no órgão ou uma atrofia do córtex. Eis alguns dos principais efeitos: Drogas estimulantes: Cocaína, ecstasy e anfetaminas estão neste grupo. Elas provocam uma vasoconstrição do cérebro, ou seja, ocorre uma redução no fluxo sangüíneo. O resultado é que o órgão deixa de receber oxigênio suficiente para o seu bom funcionamento. O cérebro é mal alimentado, aumentando o risco de isquemias. Álcool: É uma droga depressora do sistema nervoso central. Atrofia o córtex cerebral, parte mais desenvolvida e importante do cérebro. As conseqüências podem ser insignificantes, dependendo do grau da dependência, mas também podem levar à chamada demência alcoólica. Maconha: Está incluída, junto com o LSD e os ácidos, no grupo das drogas perturbadoras do sistema nervoso central. Até hoje, os cientistas ainda não obtiveram provas contundentes de seus efeitos nocivos no cérebro.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/drogas-na-mira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Crianças diabéticas exigem proteção</title><link>http://listamedicos.com/criancas-diabeticas-exigem-protecao/</link> <comments>http://listamedicos.com/criancas-diabeticas-exigem-protecao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid
isPermaLink="false">http://listamedicos.com/criancas-diabeticas-exigem-protecao/</guid> <description><![CDATA[As estatísticas são pouco otimistas. A diabetes, hoje, cresce de forma significativa no mundo inteiro. Seu perfil também está mudando. Ela agora aparece com maior freqüência em crianças. “O diabetes do tipo 2, que só costuma atingir adultos com mais de 40 anos, é cada vez mais freqüente em crianças. E o tipo 1 está [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As estatísticas são pouco otimistas. A diabetes, hoje, cresce de forma significativa no mundo inteiro. Seu perfil também está mudando. Ela agora aparece com maior freqüência em crianças. “O diabetes do tipo 2, que só costuma atingir adultos com mais de 40 anos, é cada vez mais freqüente em crianças. E o tipo 1 está sendo diagnosticado cada vez mais cedo”, confirma o Dr. Rogério Vivaldi, que em seu consultório atende mais de cem crianças e adolescentes diabéticos. É uma tendência preocupante. E tem ligação direta com o tipo de vida que se leva neste final de século.</p><p>Maus hábitos alimentares, sedentarismo, obesidade e estresse têm sido uma combinação explosiva, com resultados desastrosos também para as crianças. Porque se há dez, 15 anos, o mais comum era que a doença só fosse detectada depois dos dez anos, hoje, a doença atinge crianças de faixas etárias cada vez mais baixas. Pacientes de cinco anos e até mesmo de seis meses chegam aos consultórios.</p><p>Mas se de um lado os números apontam uma tendência crescente, por outro, a dificuldade em lidar com o assunto não tem diminuído. Descobrir que o filho é diabético ainda é um baque para os pais. Impacto que não é menor nem mesmo para aqueles que também têm a doença. O diagnóstico sempre é uma surpresa. O que é explicável. Afinal, mesmo nestes casos, as chances de ter um filho diabético são bastante baixas: de 3% (mãe) a 6% (pai). Filhos diabéticos: um choque emocional para os pais Constatar a doença dos filhos é para os pais uma questão emocional difícil. De início, a pergunta que fica no ar é o que teria acontecido de errado, por que não geraram um filho perfeito? Depois prevalece o desejo de que o ele fique bem. É também o momento de querer saber tudo sobre a doença, reunir o maior número possível de informações. Para a criança, apesar das limitações, não chega a ser um bicho-de-sete-cabeças. Elas costumam aceitar a doença bem melhor que os pais. Para os adultos que convivem com uma criança diabética, é hora de aprender a lidar com um difícil equilíbrio: manter com firmeza as limitações e uma necessária rotina de cuidados, mas fazer isso sem rigidez ou ansiedade excessiva. “A criança não quer fazer dieta? Então é preciso mostrar a ela o que pode e o que não pode comer, oferecer substituições. Não quer fazer o teste de glicemia? O papel dos pais é fazer com que elas aprendam”, sugere o médico.</p><p>Enfatizar demais as limitações pode ser um tiro pela culatra. Muitas vezes, atitudes deste tipo provocam revolta, principalmente nos adolescentes, e fazem aumentar a zona de conflitos familiares — em muitos casos desnecessariamente. Porque há coisas negociáveis. Se uma criança diabética quer comer um sanduíche do McDonalds, e se está com a glicemia controlada, por que não?”, questiona o médico. Médicos também recomendam equilíbrio nos cuidados com os filhos Uma mãe rígida demais pode levar o filho a omitir pequenos deslizes. O que termina sendo bem mais prejudicial. Mentir sobre taxas de glicose ou sobre um doce comido às escondidas pode ter conseqüências mais sérias do que se imagina. “O médico pode ser levado a indicar dosagens de insulina diferentes das necessárias ao quadro real, por exemplo”, esclarece o Dr. Vivaldi&#8230;</p><p>Mas o desejo excessivo de proteção também atrapalha. Uma criança que ouve do pai que ela não tem nada, mas precisa fazer o teste glicêmico, certamente reagirá. Se não tem nada, então para que o teste? Medo das agulhadas, resistência a ter que manter o controle rigoroso das taxas de açúcar, tudo isso pode ser superado. Desde que se mostre que perdendo cinco minutos do dia, ela só tem a ganhar: fica bem, tem maior disposição para brincar e até pode ter permissão para comer alguns itens fora da dieta. Em outras palavras, tudo precisa ser bem explicado.</p><p>Em geral, o ponto de maior dificuldade na adesão ao tratamento é mesmo a alimentação. Apesar da facilidade e da variedade de produtos dietéticos que existem hoje no mercado, é preciso lidar com situações sempre difíceis para uma criança diabética: as festinhas na escola, as lanchonetes de fast food costumam avivar o desejo de comer sem restrições. Casos em que mais uma vez será preciso exercitar a negociação e o difícil exercício da firmeza com flexibilidade. Por outro lado, é mais fácil orientar nas crianças o hábito do esporte, da atividade física. O que a ajudará a prevenir obesidade, sempre um fator que aumenta o risco de complicações. “E ainda ajuda no aspecto da socialização”, diz o médico. Este, aliás, é uma questão importante. Muito freqüentemente a criança diabética é marginalizada, tratada de forma diferente. “O que mostra apenas falta de informação das pessoas. Porque o diabetes é uma doença crônica, mas que, bem controlada, permite a seus portadores levarem uma vida praticamente igual a de uma criança normal.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://listamedicos.com/criancas-diabeticas-exigem-protecao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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